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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Gotejamento da Lua

As palavras que deram o nascimento, palavras que estão morrendo
As palavras que vivem dentro de você. O tempo ainda continua, transforma em coragem
Agora venha
Você será mais forte do que era. Não ficará mais perdida
Acredite nessas palavras, que sempre estiveram com você.
Assim como a Lua que te viu feliz, que te viu chorar
A mesma Lua que nenhuma palavra precisou falar
E que disse tanta coisa parada, ali como devia estar
Iluminando a todos com  a sua luz
Gotejando em você aquilo que te conduz

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Sem pé nem cabeça

Não viva com tensão, se distraía
As vezes deixe o cabelo bagunçando, não é necessário perfeição todo dia
Toda vez que puder, se jogue, viva
Não tente entender as pessoas, não pare a sua vida

Por um dia esqueça das unhas elas são bonitas ao natural
Fique como veio ao mundo deixem achar que isso é anormal
Acorde ao meio dia com belos sonhos na memória
Não se submeta, apareça

Assim a cara de bravo que dizem que tenho
Se disfaz quando te tenho
Viva, cresça
Nessa vida sem pé e nem cabeça

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Linguagem

Um simples toque, às vezes um abraço
O pedido de um beijo, a negação, o fato
E no final a redenção
Palavras não são necessárias, basta imaginação

Na falta de nós dois
É ela que nos uni
E o que conduz é a saudade
Levando a eterna felicidade
Pois, palavras não são necessárias, basta imaginação
Um beijo seu e o pé no chão

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ah se o mundo fosse só do meu jeito

Guerras seriam grandes festas
Ninguém teria pressa
Na dança da vida reinaria o amor
No meu mundo violência não presta
O que vale é só o nosso calor

Te teria pra mim todo dia
Só pra minha alegria
O seu sorriso seria o sol
E eu calmamente seria a Terra
Aguardando ao início dos dias a luz do meu farol

Te tiraria pra dançar
Nunca te faria esperar
Te faria avermelhar
Com as coisas simples
Que bem baixinho eu iria lhe falar

Ah, se o mundo fosse só do meu jeito
Eu daria um jeito
Para que o seu jeito
Se encaixasse no meu
Num único beijo

sábado, 2 de janeiro de 2010

Tempo que levou, tempo que passou, tempo que ficou


Quanto tempo se reserva para algo que não se tem tempo para perder?
Um dia? Uma semana? Um ano?
Se soubéssemos a resposta não iríamos correr atrás daquilo que realmente importa, ficaríamos só esperando chegar já teríamos a data certa para tudo, a hora exata de cada acontecimento.
O maior valor seria o da espera, coisa mera, sem motivo aparente para ser esbelta
O tempo que levou podia até ser bom, mas perdi a essência por já estar calculado, com os dias contados sem razão pra se emocionar.
O tempo que passou inicia a angústia, saudade e vontade de reencontrar, mas aqui? Aqui não também se tornou obsoleto pelo valor dado a espera, pela importância de algo sem sentido, em vão chegou e então passou.
O tempo que ficou que surpresa a lembrança sem valor a espera sem valor ao passado, na mente só a paixão a grandeza do momento fazendo tudo valer a pena fazendo com nuvem seja chão, que no céu atue a lua para que não haja escuridão, que se encha de amor cada coração e na ternura vivida presença de emoção.
Tens isso? Eu não.