Quando te vi sorri, mas logo em seguida descobri que veio trazer uma ironia sem opção tive que continuar a harmonia. Te ouvi na incerteza do que dizer no seu choro uma vaga ilusão, mas como ouvi-lo sem expressa-lo?
No ápice te fiz sorrir então com abraço encatado foram-se embora as tristezas, mas o que conquistou foi aquele momento único no entrelaçar de nossas mãos todos nossos problemas se foram. Inundando o pensamento com paixão, alegria e conforto. A sensação de remorso desapareceu agora só existe o te querer, na verdade não sei o que dizer mas estou gostando de você.
sexta-feira, 26 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Ao a quem
Nascemos e morremos isso é certo não adianta nem um pouco ignorar ficamos aqui só para tentar algo e continuar logo em seguida nossa caminhada, nossa vida.
Nos doamos pelo outro quando queremos, mas também se quisermos podemos acabar com ele, só se quisermos. Cultivamos amizades, sonhamos sonhos juntos, aprendemos que o impossível é mais adiante e que só o conhecemos se pararmos.
As vezes nos entregamos a paixões sem limites fazendo bem a nós mesmos e a todos que nos cercam culpar a quem? Ninguém a felicidade nos invade o resto é conseqüência. Numa estrada sem caminho nos colocamos sem saber onde vai dar só pra ter o simples momento, a pequena presença do gostar.
E quando essa estrada tem um fim é hora de chorar, pois o amor já se acabou não por nós mesmos mas por quem disse que nos amou, ou simplesmente a morte é que chegou interrompendo a tentativa, continuando em seguida nossa caminhada, nossa vida. Mas não desisto de tentar a morte não apavora a quem já a entende somos todas dela descendentes, pois para nascer, amar e viver é preciso também morrer. Culpar a quem?
Por favor, a ninguém.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Formato mínimo
Não há nada na vida que seja tão grande que não possa ser reduzido, as palavras com o tempo idependente da vontade perdem o sentido. Tudo o que quer se mostrar se transforma em passado, deixado de lado por alguém indeciso. Pra que viver se até a vida é redutível quando nascemos estamos prontos a morrer, à quem diga que preferiria essa teoria, porém no meio tempo vital existe um momento irredutível o amor de quem te adora sem passado e nem volta. Como aprender a conviver com uma vida com um fim tendo a todo dia uma questão sem fim? Aprenda que não há nada na vida que não possa ser reduzido, o amor ainda arde mesmo no seu formato mínimo.
Assinar:
Comentários (Atom)
